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Leão da Rodésia

Leão da Rodésia

O cão Leão da Rodésia é uma raça de porte grande, com uma cor uniforme e ativa e com uma pelagem curta e uma crista distinta ao longo do dorso. Poderosos e ágeis,  também gostam de passar o tempo sentados no sofá com seu dono no final do dia. São cães gentis, embora um pouco teimosos, e devido ao seu tamanho e força adaptam-se mais a donos experientes.

O que necessita saber
  • Cão adequando para donos experientes
  • Necessário muito treino
  • Gosta de passeios com alguma atividade
  • Gosta de dar passeios de uma a duas horas por dia
  • Cão grande
  • Cão que se baba pouco
  • Requer tratamento do pelo uma vez por semana
  • Raça não hipoalergénica
  • Cão pouco vocal
  • Cão de guarda. Ladra, alerta para situações de perigo e protege fisicamente se necessário.
  • Pode precisar de treino antes de viver com outros animais
  • Pode precisar de treino antes de viver com crianças

Características

Esperança Média de Vida: 10–12 anos
Peso em Adulto: 30–39kg
Altura: Os machos medem 63-69cm e as fêmeas 61-66cm
Cores: Podem ter qualquer cor monocromática desde trigo claro a um trigo mais avermelhado
Porte: Grande

Avaliação

Adequado para Famílias: 5/5
Necessidade de Exercício: 5/5
Fácil de Treinar: 2/5
Tolerância para ficar sozinho: 2/5
Sociável com outros animais: 4/5
Nível de Energia: 4/5
Escovagem e Higiene: 4/5
Queda de Pelo: 4/5
Rhodesian Ridgeback na praia

Personalidade

O Leão da Rodésia é um cão poderoso e forte que pode ser determinado e teimoso. São cães muito reservados com estranhos apesar de, no seu território, serem bastante tranquilos e pacíficos. Não se aconselha esta raça a pessoas inexperientes, porque requerem um tratamento e uma disciplina específicos juntamente com uma socialização precoce e rigorosa.

Rhodesian Ridgeback em pé na areia

História e Origem

Há referências que os Hotentotes na África do Sul recrutavam cães com cristas ao longo do dorso como caçadores e companheiros desde, pelo menos, o século XV. Foram criados como caçadores de caça maior, para acossarem e encurralarem a presa, mas não para atacarem. Assim que encurralavam as suas presas ladravam para avisar o caçador. No século XIX, os colonos europeus cruzaram estes cães com os seus próprios Mastins e rastreadores, produzindo assim a raça canina Leão da Rodésia como a conhecemos hoje. Atualmente, poucos cães são recrutados para as funções outrora previstas, mas sim como cães de guarda e de companhia.